Nascido em 1875, Albert Schweitzer formou-se
em teologia na Universidade de Estrasburgo.
Aos trinta anos trabalhava numa das mais notáveis universidades
europeias, era pastor e músico de grande prestígio.
Procurando sempre mais, sua atenção foi
direcionada para africanos das colônias francesas que enfrentavam uma dura vida
na selva. Cursou medicina e partiu para Lambaréné, no Gabão. Lá eram
necessitados médicos, e com a falta de recursos, improvisou um consultório num
galinheiro. Tratava em média 40 pacientes por dia e ensinava o Evangelho,
paralelamente.
Com o início da primeira Guerra Mundial,
sua família foi levada para a França, como prisioneiros de guerra. Confinados
durante a guerra, Albert escreveu, nesse período, sobre a decadência das
civilizações. Libertado, retoma seus trabalhos. Grande pensador, ele sobre a
visão de um mundo acabado, cita: “Começaremos novamente. Devemos dirigir nosso
olhar para a humanidade”.
Passados 7 anos, volta para Lambaréné, uma
vez acompanhado de médicos e enfermeiras dispostos a ajuda-lo. Construído o
hospital em outro local, as despesas eram pagas por livros escritos por Albert,
em tempo livre.
Ganhou o Prêmio Nobel da Paz em 1952 junto
da humilde homenagem “a um grande homem”.
Em Lambaréné, Albert Shweitzer faleceu no
ano de 1965 no dia 4 de setembro.
Fontes de consulta:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Albert_Schweitzer
http://goo.gl/9xG9Pc
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