segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Albert Schweitzer



  Nascido em 1875, Albert Schweitzer formou-se em teologia na Universidade de Estrasburgo.  Aos trinta anos trabalhava numa das mais notáveis universidades europeias, era pastor e músico de grande prestígio.
    Procurando sempre mais, sua atenção foi direcionada para africanos das colônias francesas que enfrentavam uma dura vida na selva. Cursou medicina e partiu para Lambaréné, no Gabão. Lá eram necessitados médicos, e com a falta de recursos, improvisou um consultório num galinheiro. Tratava em média 40 pacientes por dia e ensinava o Evangelho, paralelamente.
    Com o início da primeira Guerra Mundial, sua família foi levada para a França, como prisioneiros de guerra. Confinados durante a guerra, Albert escreveu, nesse período, sobre a decadência das civilizações. Libertado, retoma seus trabalhos. Grande pensador, ele sobre a visão de um mundo acabado, cita: “Começaremos novamente. Devemos dirigir nosso olhar para a humanidade”.
   Passados 7 anos, volta para Lambaréné, uma vez acompanhado de médicos e enfermeiras dispostos a ajuda-lo. Construído o hospital em outro local, as despesas eram pagas por livros escritos por Albert, em tempo livre.
    Ganhou o Prêmio Nobel da Paz em 1952 junto da humilde homenagem “a um grande homem”.

    Em Lambaréné, Albert Shweitzer faleceu no ano de 1965 no dia 4 de setembro.


Fontes de consulta:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Albert_Schweitzer
http://goo.gl/9xG9Pc

Nelson Mandela


      Rolihlahla Madiba Mandela nasceu em um pequeno vilarejo na região do Transkei. Foi na escola que lhe foi dado o nome inglês, Nelson. Seu pai morreu cedo, e Nelson seguiu para uma escola próxima dali.
       Mandela se matriculou num curso para tornar-se bacharel em direito na universidade de Fort Hare. No entanto foi expulso já ao final do primeiro ano, por envolver-se num boicote contra as políticas universitárias. Assim, continuou seus estudos em outra universidade, a de Witwatersrand. Nelson opôs-se ao regime do apartheid, portanto, unindo-se ao congresso nacional africano em 1942. Fundou, dois anos depois, a liga jovem do CNA.
      A eleição de 1948 foi ganha pelos “afrikaners”, partido que apoiava a segregação racial, a participação de Mandela passou a ser mais ativa no CNA. Dessa forma  tomou parte do congresso do povo, o qual divulgou a Carta da Liberdade, que continha um programa fundamental contra a causa antiapharteid.
      A princípio, a violência não era uma opção. Porem, após o massacre de Sharpeville ( 69 negros mortos e 180 feridos ), essa lógica mudou. Já comandante do CNA, Mandela foi preso em 1962 e passou 27 anos na prisão. Solto no ano de 1990 aos 72 anos, tornou-se o primeiro presidente negro da África do Sul e ganhou o prêmio Nobel da Paz em 1993.

Em 2004, com 85 anos, retirou-se da vida pública, apenas fazendo uma exceção em relação ao seu compromisso de lutar contra a AIDS. Rolihlahla Madiba Mandela faleceu aos 95 anos, 2013, em sua casa na África do Sul.

Fontes de Consulta:
http://c8.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/o5113ba05/15171791_QUpj1.jpeg
http://educacao.uol.com.br/biografias/nelson-mandela.jhtm

Mahatma Gandhi

Mohandas Karamchand Gandhi, mais conhecido popularmente por Mahatma Gandhi (do sânscrito "Mahatma", "A Grande Alma") foi o idealizador e fundador do moderno Estado indiano é o maior defensor do Satyagraha (princípio da não-agressão, forma não-violenta de protesto) como um meio de revolução.
Após a guerra, Gandhi se envolveu com o Congresso Nacional Indiano e com o movimento pela independência. Ganhou notoriedade internacional pela sua política de desobediência civil e pelo uso do jejum como forma de protesto.
Por esses motivos sua prisão foi decretada diversas vezes pelas autoridades britânicas, prisões às quais sempre se seguiram protestos pela sua libertação (por exemplo, em 18 de março de 1922, quando foi sentenciado a seis anos de prisão por desobediência civil, mas cumpriu apenas dois anos).
Outra estratégia eficiente de Gandhi pela independência foi a política do swadeshi - o boicote a todos os produtos importados, especialmente os produzidos na Inglaterra.14 Aliada a esta estratégia estava sua proposta de que todos os indianos deveriam vestir o khadi- vestimentas caseiras - ao invés de comprar os produtos têxteis britânicos.
Gandhi declarava que toda mulher indiana, rica ou pobre, deveria gastar parte do seu dia fabricando o khadi em apoio ao movimento de independência. Esta era uma estratégia para incluir as mulheres no movimento, em um período em que pensava-se que tais atividades não eram apropriadas às mulheres.
Sua posição pró-independência endureceu após o Massacre de Amritsar em 1920, quando soldados britânicos abriram fogo matando centenas de indianos que protestavam pacificamente contra medidas autoritárias do governo britânico e contra a prisão de líderes nacionalistas indianos.14
Uma de suas mais eficientes ações foi a marcha do sal, conhecida como Marcha Dândi, que começou em 12 de março de 1930 e terminou em 5 de abril,14 quando Gandhi levou milhares de pessoas ao mar a fim de coletarem seu próprio sal ao invés de pagar a taxa prevista sobre o sal comprado.
Gandhi passou cada vez mais a pregar a independência durante a II Guerra Mundial, através de uma campanha clamando pela saída dos britânicos da Índia (Quit Índia, literalmente Saiam da Índia), que em pouco tempo se tornou o maior movimento pela independência indiana, ocasionando prisões em massa e violência em uma escala inédita.
Gandhi e seus partidários deixaram claro que não apoiariam a causa britânica na guerra a não ser que fosse garantida à Índia independência imediata.
Durante este tempo, ele até mesmo cogitou um fim do seu apelo à não-violência, de outra forma um princípio intocável, alegando que a "anarquia ordenada" ao redor dele era "pior do que a anarquia real". Foi então preso em Bombaim pelas forças britânicas em 9 de agosto de1942 e mantido em cárcere por dois anos.
Gandhi teve grande influência entre as comunidades hindu e muçulmana da Índia. Costuma-se dizer que ele terminava rixas comunais apenas com sua presença. Gandhi posicionou-se veementemente contra qualquer plano que dividisse a Índia em dois estados, o que efetivamente aconteceu, criando a Índia - predominantemente hindu - e o Paquistão - predominantemente muçulmano.
No dia da transferência de poder, Gandhi não celebrou a independência com o resto da Índia, mas ao contrário, lamentou sozinho a partilha do país em Calcutá.
Gandhi tinha iniciado um jejum no dia 13 de janeiro de 1948 em protesto contra as violências cometidas por indianos e paquistaneses. No dia 20 daquele mês, sofreu um atentado: uma bomba foi lançada na sua direção, mas ninguém ficou ferido.
Entretanto, no dia 30 de janeiro de 1948, Gandhi foi assassinado a tiros, em Nova Déli, por Nathuram Godse, um hindu radical que responsabilizava Gandhi pelo enfraquecimento do novo governo ao insistir no pagamento de certas dívidas ao Paquistão. Godse foi depois julgado, condenado e enforcado, a desrespeito do último pedido de Gandhi que foi justamente a não-punição do seu assassino.
Fontes de consulta:
http://www.jardimdasideias.com.br/public/userfiles/Gandhi.jpg
http://pt.wikipedia.org/wiki/Mahatma_Gandhi

Martin Luther King Jr.



Martin com sua frase que ficou muito famosa quando dita em um discurso:
"Eu tenho um sonho."
Martin Luther King Jr. (1929-1968) foi um pastor protestante e ativista político estadunidense. Tornou-se um dos mais importantes líderes do movimento dos direitos civis dos negros nos Estados Unidos, e no mundo, com uma campanha de não violência e de amor ao próximo.
Ele organizou e liderou marchas a fim de conseguir o direito ao voto, o fim da segregação, o fim das discriminações no trabalho e outros direitos civis básicos. A maior parte destes direitos foi, mais tarde, agregada à lei estado-unidense com a aprovação da Lei de Direitos Civis (1964), e da Lei de Direitos Eleitorais (1965).
King e o CLCS escolheram com grande acerto os princípios do protesto não violento, ainda que como meio de provocar e irritar as autoridades racistas dos locais onde se davam os protestos - invariavelmente estes últimos retaliavam de forma violenta. O CLCS também participou dos protestos em Albany (Alabama) (1961-1962), que não tiveram sucesso devido a divisões no seio da comunidade negra e também pela reação prudente das autoridades locais; a seguir, participou dos protestos em Birmingham (1963) e do protesto em St. Augustine, na Flórida (1964). King, o CLCS e o CNVCE uniram forças em dezembro de 1964, no protesto ocorrido na cidade de Selma (Alabama).
Na primeira, marcharam 525 pessoas por apenas seis blocos; a intervenção violenta da polícia interrompeu a marcha. As imagens da violência foram transmitidas para todo o país e o dia ganhou o apelido de Domingo Sangrento. King não participou dessa marcha: encontrava-se em negociações com o presidente estado-unidense e não deu sua aprovação para a marcha tão precoce.
A segunda marcha foi interrompida por King nas proximidades da ponte Pettus, nos arredores de Selma, uma ação que parece ter sido negociada antecipadamente com líderes das cidades seguintes. Esse ato causou surpresa e indignação em muitos ativistas locais.
Antes, em 1963, King foi um dos organizadores da marcha em Washington, que, inicialmente, deveria ser uma marcha de protesto, mas, depois de discussões com o então presidente John F. Kennedy, acabou se tornando quase que uma celebração das conquistas do movimento negro (e do governo) - o que irritou bastante ativistas mais radicais e menos ingênuos.
A partir de 1965, o líder negro passou a duvidar das intenções estado-unidenses na Guerra do Vietnã. Em fevereiro e, novamente, em abril de 1967, King fez sérias críticas ao papel que os Estados Unidos desempenhavam na guerra. Em 1968 King e o SCLC organizaram uma campanha por justiça sócio-econômica, contra a pobreza (a "Campanha dos Pobres"), que tinha por objetivo principal garantir ajuda para as comunidades mais pobres do país.

Também deve ser destacado o impacto que King teve nos espetáculos de entretenimento popular. Ele conversou com a atriz negra do seriado Star Trek original, Nichelle Nichols, quando ela ameaçava sair do programa. Nichelle acreditava que o papel não estava ajudando em nada sua carreira e que o estúdio a tratava mal, mas King a convenceu de que era importante para o negro ter um representante num dos programas mais populares da televisão.
Fontes de consulta:
http://www.davidbrim.com/wp-content/uploads/2013/01/Martin-Luther-King-I-have-a-dream.jpg
http://pt.wikipedia.org/wiki/Martin_Luther_King_Jr.

Madre Teresa de Calcutá



                 Ela foi uma missionária católica na qual dedicou toda sua vida aos pobres, sendo desde nova já havia descoberto qual era sua vocação religiosa. Criou a Congregação Missionárias da Caridade. Em 1965 a Santa Sé aprovou a Congregação. Em 1979 recebeu o Prêmio Nobel da Paz. Madre Teresa foi Beatificada pela igreja católica em 2003. O grande desejo de se dedicar exclusivamente aos pobres e doentes a levou ao arcebispo Mons. Fernando Périer a quem expôs o seu plano. Ele a ouviu atentamente, mas negou o pedido. A Irmã Teresa voltou a sua lida diária, que cumpria cada vez com maior dedicação e entusiasmo.

               A Irmã Teresa escreveu prontamente uma carta expondo o seu plano. A Superiora viu nessas linhas a expressão da vontade de Deus. O que aquela religiosa pedia era algo de muito valor. Respondeu-lhe nestes termos: "Se essa é a vontade de Deus, autorizo-te de todo o coração’’. Em 1965, a Santa Sé aprovou a Congregação Missionárias da Caridade e, entre 1968 e 1989, estabeleceu a sua presença missionária em países como Albânia, Rússia, Cuba, Canadá, Palestina, Bangladesh, Austrália, Estados Unidos da América, Ceilão, Itália, antiga União Soviética, China etc

Fontes de consulta:
http://www.e-biografias.net/madre_calcuta/
http://goo.gl/24jRVZ

Desmond Tutu

       Nascido em 1931 na África do Sul, Desmond Tutu nasceu em uma época onde os negros não tinham vez. Os partidos políticos eram abertamente racistas e somente os brancos podiam votar. Algo tinha de ser feito.
      Aos 24 anos, Desmond Tutu escreveu uma carta sobre o apartheid, que era referido como uma “política diabólica”, a qual foi dirigida ao primeiro ministro do país. Em 1960, ordenou-se ministro anglicano, e em 1967 foi para a Inglaterra afim de  estudar teologia. Voltou à África em 1972, e deparou-se com a situação de seu povo ainda pior. Negros eram presos por coisas banais como, ir à praia ou usar banheiros.
     O ministro anglicano foi, em 1975, nomeado decano da Catedral de Santa Maria, sendo assim, o primeiro homem de pele escura a ocupar tal cargo. No ano de 1978, tornou-se secretário-geral do conselho das igrejas da África do Sul. Ele tinha propostas como, direitos civis iguais a todos e a abolição das leis que limitavam a livre circulação dos negros, em geral.

     Ganhou, em 1984, o prêmio Nobel da Paz, por sua luta contra a segregação racial, além de ter sido eleito arcebispo das cidades de Cabo e Johannesburgo. Hoje, ele tem 82 anos.

http://www.peoplequiz.com/images/bios/desmond-tutu-halo.-4546.jpg

Tenzin Gyatso (Dalai Lama)

 
O Dalai Lama é o título de uma linhagem de líderes religiosos da escola Gelug do budismo tibetano, tratando-se de um monge e lama, um dos mais sábios professores, reconhecido por todas as escolas do budismo tibetano. Tenzin Gyatso (1935 - atualmente) é o 14º e atual Dalai Lama, além de monge e geshe (doutor) em filosofia budista.
Nasceu em Taktser, no Tibete, mas em 1959 foi forçado a abandonar sua terra natal, que fora invadida pela República Popular da China, e ir para a Índia. Ele continua exilado, e durante todo esse tempo, fez diversas viagens para todo o mundo visando a paz no planeta e, em especial, no Tibete, que sempre foi reprimido pela China. Durante essa luta pacífica, recebeu o Nobel da Paz, em 1989, e foi agraciado com mais de 100 títulos honoris causaSua luta pela libertação do Tibete sempre se baseou na busca de soluções pacíficas alicerçadas na tolerância e no respeito mútuo. Segundo ele, "O prêmio (Nobel) reafirma nossa convicção de que, usando a verdade, a coragem e a determinação como armas, o Tibete será libertado. Nossa luta deve continuar sem violência e livre de ódios."
Fontes de consulta:
http://www.namgyal.org/img/photos/portraits/hhdl_1_md.jpg
http://movpazrecife.com.br/pacifistas/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Tenzin_Gyatso

Henry David Thoreau



                   Nasceu em Concord, no Estado de Massachusetts, em 12 de julho de 1817. Descendente de hunguenotes franceses, o menino Thoreau aprendeu a amar a natureza quando levava as vacas da família da mãe para pastar. Thoreau mantinha-se eternamente insatisfeito com a vida na sociedade e com o modo como as pessoas viviam. Com 27 anos, Thoreau foi morar no meio da floresta, em um terreno que pertencia a Ralph Waldo Emerson. Às margens do lago Walden construiu sua casinha e um porão para armazenar comida. Apesar de inexperiente como agricultor, tentou a autossuficiência e, a longo prazo, teve algum sucesso, plantando batatas e produzindo o próprio pão.
                  Baseado no relato e em todo o pensamento filosófico empreendido nos dois anos em que morou na floresta, Thoreau escreveu "Walden ou A vida nos bosques", uma obra que se tornaria um referencial para a Ecologia e um de seus livros mais famosos. Além de descrever sua estadia na floresta, "Walden" analisa e condena a sociedade capitalista da época. E, convida a uma reflexão sobre um modo de vida simples, propondo novos olhares sobre o conceito de liberdade.
                      Insubmisso, Thoreau decide não pagar impostos porque acreditava ser errado dar dinheiro aos EUA, um país escravagista e em guerra contra o México. Não querendo financiar nem a escravidão nem a guerra, Thoreau foi preso justamente ao fato de ele ter deixado de pagar impostos ao governo americano. Além de suas tendências anárquicas, Thoreau explica que não queria financiar um Estado escravocrata e tampouco uma guerra. Naquela época os EUA mantinham negros como escravos e estavam em uma guerra imperialista contra o México, com o objetivo de anexar territórios.
                   A posição de Thoreau como abolicionista e defensor da causa negra está registrada em seus textos. Mas não somente isso: ele teve atuação na Underground Railway (ferrovia subterrânea), uma rota de fuga que levava escravos negros para uma vida livre no Canadá.
Fontes de consulta:
http://stocktonamlitfall13.files.wordpress.com/2013/10/henry-thoreau2.jpg
http://pt.wikipedia.org/wiki/Henry_David_Thoreau

John Lennon



Na foto, o cantor e sua esposa, Yoko Ono
Ele é reconhecido como cantor e guitarrista dos Beatles, junto com Paul McCartney formaram uma das maiores bandas do século XX. Porém John Lennon, não teve apenas grande participação em sua carreira musical, ele por intermédio do seu meio artístico, lutava pela paz mundial e pelos direitos humanos, numa época em que o povo americano, e o mundo, sofriam com a Guerra do Vietnã. Foi o começo de um processo que culminou em 1972, quando a administração do presidente norte-americano Richard Nixon tentou deportá-lo dos Estados Unidos. Após o casamento com Yoko Ono, John acabou participando de várias campanhas pacifistas. Ele lutou pela paz mundial até o dia de seu assassinato na qual ocorreu em 1980.

            Algumas músicas que pertenceram à esse período pacifista foram “Imagine” e “Happy Xmas (War is Over)”, que tratam sobre temas como um mundo sem guerras e unido, e o fim da Guerra do Vietnã, respectivamente. O compositor recebeu gratificações referentes à essa causa, como por exemplo o oitavo lugar em uma pesquisa feita pela BBC com os 100 mais importantes britânicos de todos os tempos. 

Fontes de consulta:
http://pt.wikipedia.org/wiki/John_Lennon
http://goo.gl/9ZT5wC
http://goo.gl/5fYhJL

Rigoberta Menchú Tum



            Ativista dos direitos humanos guatemalteca, ganhadora do Premio Nobel da Paz (1992), sendo de origem de uma família de camponeses, índios e pobres. Quando ela era adolescente acabou se envolvendo em atividades de reforma sociais por ideias da igreja católica, e destacou-se no movimento de propriedade das mulheres.  Isto acabou gerando revoltas de poderosos, que acabaram torturando sua família e a perseguindo.

        Perseguida, escondeu-se na Guatemala e conseguiu fugir para o México. Tornou-se organizadora contra a opressão na Guatemala e a luta para direitos humanos dos índios camponeses, chamando a atenção internacional. Tornou-se membro do Comitê Coordenado Nacional do CUC (1986). Em três ocasiões voltou à Guatemala para lutar pela causa dos camponeses índios, mas ameaças de morte a forçaram a voltar para seu exílio. Hoje ela não só admirada pela Guatemala, por ser defensora da propriedade índia e reconciliação étnica-cultural, mas em outros países latinos, e foi muito reconhecida com vários prêmios internacionais.

Fontes de Consulta:
http://www.adital.com.br/arquivos/rigobertamenchu_divulga%C3%A7%C3%A3o.jpg
http://www.brasilescola.com/biografia/rigoberta-menchu.htm